Milionário faz tudo para ficar com casa de idosa! Ao morrer, mesmo assim a idosa não o deixa ficar com a casa…

Empresários, milionários, corporações…não é fácil lidar com a abordagem dessa combinação quando não se é alguém que tem o mesmo “poder”. É triste ver que muitas vezes, é dado ao dinheiro, mais valor do que aquele que é dado à humanidade.

E foi sob uma abordagem assim que a avó Edith Macefield, de 86 anos, esteve exposta. Quando uma empreiteira determinou que uma rua em Seattle, EUA, seria o local perfeito para a construção de um shopping, naturalmente seria preciso negociar a saída dos moradores que ali viviam. Nesse seguimento, a idosa seria uma das pessoas que teria que procurar uma outra casa.

Contudo, aquela rua era o lar de Edith há 60 anos e nenhuma proposta era aceite pela mesma, por mais que os empresários insistissem. Alguém que passou por muita coisa na vida, tendo inclusive lutado pelas forças armadas na Inglaterra, não seria intimidada pelo poder do dinheiro.large_casa_edith

large_edithAs ofertas da construtora chegaram à módica quantia de 1 milhão de dólares, mas a avó manteve-se irredutível. A sua teimosia era partilhada pelos empresários, que mesmo com todas as recusas, não desistiram de construir o shopping naquele local e ao redor da casa de Edith. Mas, apesar disso, a história não acabava aí!

Durante o período da construção, eis que surgiu uma improvável amizade – a senhora começou a integrar-se com os funcionários da obra, mas com um deles, o vínculo tornou-se cada vez mais forte e especial. O rapaz era Barry Martin, o gestor da obra.

Dia após dia, a amizade crescia cada vez mais, e prova disso foi uma atitude da mais pura beleza, tomada por Barry quando Edith foi diagnosticada com um cancro no pâncreas: como ela não queria, de forma alguma, ser colocada num lar, o gestor tornou-se no seu cuidador particular. O último desejo dela era morrer no mesmo lar em que a mãe faleceu.

E assim foi! Edith, após uma longa e agitada vida, cumpriu a sua missão entre nós e a sua preciosa moradia ficou nas mãos de Martin.

Seria esta, finalmente, a hora de demoli-la em prol do shopping? Não para ele. O construtor decidiu que algo deveria ser feito em memória da sua amiga idosa que havia partido.large_casa_caridadeGraças às ações de Barry, o lar foi doado para a caridade, onde agora fornece habitação a um preço acessível àqueles que mais precisam. E para a iniciativa se concretizar, teve que encarar muitos anos de pressão da construtora do shopping. E assim como Edith, ele era teimoso e não cedeu – estava determinado!

No final das contas, Barry honrou a memória de Edith. A luta da senhora contra a ganância corporativa não foi em vão. E mais do que isso, muitas pessoas puderam ser ajudadas neste processo. O gestor acabou por dar ouvidos à consciência e não aos dólares, e agora, certamente, a avó Edith observa-o orgulhosa.